18 de mai. de 2008

Fleur de Saison (Emilie Simon)


Dès les premières lueurs
Oh je sombre

Desde às primeiras luzes trêmulas
Eu naufrago
Il me parait bien loin l'été
Je n'l'ai pas oublié
Mais j'ai perdu la raison
Et le temps peut bien s'arrêter
Peut bien me confisquer
Toute notion de saison

Me parece bem distante o verão
Não o esqueci
Mas já perdi a razão
E o tempo bem pode parar
E pode bem me confiscar
Qualquer noção das estações

Dès les premières lueures d'Octobre
En tout bien tout honneur
Oh je sombre

Desde as primeiras luzes trêmulas de outubro
Muito bem em qualquer honra
Eu naufrago

Je sens comme une odeur de lis
Mes muscles se retissent
Et j'attends la floraison
Mais qu'a-t-il pu bien arriver
Entre septembre et mai
J'en ai oublié mon nom

Sinto como um aroma de flor de lis
Os meus músculos se endurecem
E espero a floração
Mas que pode bem ter que chegar
Entre setembro e maio
Esqueci meu nome
Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honneur

Oh je sombre

Desde as primeiras luzes trêmulas de outubro
Muito bem em qualquer honra
Eu naufrago

Oh le temps a tourné je compte les pousses
Des autres fleurs de saison
Je ne sortirai pas encore de la mousse
Pas plus qu'une autre fleur de saison

Oh o tempo girou eu conto o crescimento
De outras flores da estação
Não sairei ainda da espuma
Não mais que outra flor da estação


Il me parai bien loin l'été
Mes feuilles désséchées
Ne font plus la connection
Mais qu'a t il pu bien arriver
Entre septembre et mai
Je n'fais plus la distinction

Me parece bem distante o verão
Minha folhas secas
Não fazem mais a conexão
Mas que pode bem ter que chegar
Entre setembro e maio
Não faço mais distinção

Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honeur
Oh je sombre

Desde as primeiras luzes trêmulas de outubro
Muito bem em qualquer honra
Eu naufrago Oh le temps a tourné je compte les pousses
Des autres fleurs de saison
Je ne sortirai pas encore de la mousse
Pas plus qu'une autre fleur de saison

Oh o tempo girou eu conto o crescimento
De outras flores da estação
Não sairei ainda da espuma
Não mais que outra flor da estação


Dès les premières lueurs
Oh je sombre

21 de abr. de 2008

E o velho ditado se aplica...


Recentemente me tornei a mais nova adepta do lema "antes só do que mal acompanhada". É sério! E não só porque resolvi dar um basta num relacionamento cansativo que jamais geraria frutos positivos, mas porque descobri (depois de levar muito na cara) que não precisamos estar cercados de pessoas para sermos felizes.
Sem querer dar uma de anti-social, mas já o fazendo, não tenho medo de afirmar que privar-se da companhia de alheios que nada mais podem te oferecer a não ser "companhia" não é nada prejudicial.
Não é egoísmo pensar em si mesmo antes de tomar decisões envolvendo terceiros. Prefiro ver como um exercício de amor próprio que desenvolve o raciocínio e refresca a mente (algo cientificamente comprovado por Mim).

6 de abr. de 2008

Vintage

Dita Von Teese (pin-up norte-americana)
>Foto roubada do Cléf.
>>Sem tempo para postagens (provas!)

29 de mar. de 2008

A soft melody for my garden...



...Eurus...

...Afer Ventus...



...so the world goes round and round

with all you ever knew

They say the sky high above

is Caribbean blue...



...if every man says all he can,

if every man is true,

do I believe the sky above

is Caribbean blue...



...Boreas...

...Zephryus...



...if all you told was turned to gold,

if all you dreamed was new,

imagine sky high above

in Caribbean blue...



...Eurus...

Afer Ventus...

...Boreas

Zephryus...

...Africus...

Enya - Carribean Blue

22 de mar. de 2008

Mensagem de Páscoa

Na verdade, a única mensagem de Páscoa que eu, uma menina "with no belifs", posso deixar aqui é: Comam muito chocolate! Empanturrem-se!!!
>>>Mas caso alguém queira refletir sobre morte e ressurreição, sinta-se à vontade! ***Devorando um ovo Talento intense amêndoas.
"Choc choc choc é chocolateee"

15 de mar. de 2008

Ideologia



Ideologia: 1. Ciência que trata da formação de idéias; 2. Conjunto de convicções e convenções filosóficas, religiosas, juridicas, sociais ou políticas. (Dic. Soares Amora)


Bem, primeiramente gostaria de dizer que a idéia de escrever sobre ideologia aqui veio durante uma aula, na faculdade. É que percebi o quanto a definição acima fica clara quando se está nesse ambiente, principalmente num curso superior na área de Ciências Sociais (faço Relações Internacionais). A presença da Ideologia ( principalmente no campo político-econômico) costuma ser marcante.
Em meio os debates calorosos dos aspirantes a internacionalistas da minha turma, a coisa fica tão evidente quanto deveria. Eu, quando não estou intervindo na discussão (freqüentemente relacionada à Invasão norte-americana no Iraque, porque o assunto parece curiosamente perseguir nossas mentes desde as primeiras aulas do Prof.º L.B.), estou tentando entender porque chegamos à ela ou, pior, porque nunca chegamos à uma conclusão. A resposta também é meio evidente (salvo más interpretações, diplomacia secreta ou teoria da conspiração): as ideologias, ou a divergência entre elas, pesam mais do que tudo. Cada um vê à sua maneira e esquece que o outro tem direito de discordar sem parecer menos inteligente.
O negócio é que em meio a essa pluralidade de convicções, você parece intimado a adotar ou, em alguns casos, se agarrar a uma delas. Para muitos, isso não se converte em um problema. Olha-se um pouco de cada e escolhe-se a que parece explicar mais coisas (segundo o ponto de vista da pessoa) em sua retórica. E ponto final. O dito cujo começa a se sentir dono da verdade e esquece que até mesmo a verdade é algo cercado de relativização.
Para uma pessoa como eu, que tem a mania ou a propensão (chame como preferir) de discordar de muita coisa ( sim, eu vou morrer discordando daqueles que afirmam que os objetivos dos EUA na invasão de 2003 eram o de promover a paz mundial! *indignação*), a escolha de uma ideologia para tomar para si é algo no mínimo complicado. Claro que quem discorda de algo, forçosamente concorda com um outro lado da moeda. Mas o que dizer daqueles que não invalidam A por completo e, ao mesmo tempo, acreditam que B é capaz de explicar o fenômeno por uma outra perspectiva?
Já que, por motivos óbvios, nenhuma teoria ou vertente consegue explicar fenômenos em sua totalidade de maneira empírica e incontestável, logo surge uma antítese ou teoria mais completa para suplantá-la. E, dado que, por isso mesmo, nenhuma convicção ideológica, por mais completa que pareça, é capaz de carregar em si a verdade absoluta, eu me deparo comigo mesma a pensar por que muitas pessoas dão uma importância exarcebada a esses meros conjuntos de conceitos. Será por praticidade? Será por paixão? E, muitas vezes por medo de admitir falhas e erros em suas tão "verdadeiras" teorias, alguns simplesmente deixam de expressar seu brilhantismo para dar lugar às possíveis leituras que sua ideologia permite (mesmo ciente do erro imbuído nas mesmas).
Se a realidade é clara: não existe verdade absoluta; por que então muitos simplesmente se agarram à essas pseudo-verdades e, muitas vezes, seriam capaz de fazer renúncias importantes por elas?
Indubitavelmente, a ideologia sempre teve e sempre terá um papel de destaque nas relações e decisões humanas. Sem a influência dela nossos livros de História não teriam mais de 100 páginas. E, enquanto estou aqui "torrando minha mente cinzenta" em busca de resposta, milhares de pessoas matam e morrem (literalmente) por suas ideologias "absolutas". Culpa da existência da mesma? Quem sabe!? E, afinal, alguma delas possuía razão a cerca daquilo que trouxe à tona o conflito? Eu, particularmente, não acredito.
Peço perdão ao discordar do velho Cazuza, mas não sei se quero uma (ideologia) para viver.

9 de mar. de 2008

Só sendo mulher para saber:



>
Como as oscilações de humor de 3 dias podem estragar o restante do mês (seu, meu, do vizinho, do porteiro e de qualquer outro que chegue perto demais).


> Como é duro ter que aturar cantadinhas piegas logo de manhã ou ao fim daquele dia estressante (embora devo salientar que cantadas "construtivas" são bem vindas).

> Como os homens são incoerentes, grosseiros e infantis, sem nem se quer se darem conta disso (ou vai ver até que sabem desses defeitos e os aceitam bem, o que ainda os faz merecer ainda o título de "sacanas").

> Como é difícil deixar o sexo oposto assumir o controle de vez em quando só para eles não desconfiarem que, invariavelmente, estamos sempre no controle.

> Que aquele papo de "casar, eu? Jamais!" de muitas outras mulheres não passa de pura balela (cerca de apenas 0,1% está falando a verdade). Eu, claro, não quero casar...¬¬'

> Como não é tão árduo distinguir o sujo do limpo, o certo do errado, o feio do bonito...

> Como os homens são tolos ao achar que não entendemos nada de futebol (querido, eu posso te explicar o que é um tiro de meta ou um impedimento AGORA!)

>Como enlouquecer um homem hétero ou uma mulher homo ( q eh? Dou atenção a todas as raças, gêneros e opções sexuais, musicais e políticas aqui).

> Que certas atitudes mais acertivas do sexo oposto não os fazem menos "machos".

> Como convencê-lo que o Gerard Butler, o Tom Welling e o Brad Pitt são fotoshopados.

> Que flores são lindas, cheirosas, coloridas...Mas estão mortas! Sejamos transparentes aqui, quem não prefere ganhar uma jóia no lugar de um cadáver?

> Que, no fundo, somos todas belos anjos terrenos e o problema é dos outros que não são capazes de nos entender...E o nome não é mau-humor, querido, é incompreensão!