8 de mai. de 2009

Bem dito (e feito!)

(Camila, Juliana, Lu, Su e eu)
Pois é...Até nós, pobres estudantes universitários (+estagiários+de-em-quando-explorados+jovens ocupados de mais+etc etc etc) temos uma folguinha de vez em nunca...hahah

Su arrumou um estágio e nós aproveitamos o motivo para sairmos e comemorar. Então...Comemoramos! Comemoramos a amizade, o fato da faculdade já estar (leia-se AINDA estar) na metade e o mais importante: comemoramos o fato de sermos mulheres! hahha...Se algum XY estivesse na mesa ia sair meio desanimado depois dos nossos momentos de "consultoras amorosas" uma das outras. Bi-zar-ro!

*"Não era o bombom, era o que ele representava naquele contexto!" - frase da Suellen que entrou para história depois da noite de quarta.

**não, companheiro, não é para entender! Aliás, mulheres não foram feitas para serem entendidas logo de cara. Fomos feitas para sermos desvendadas! hahah! Pois bem...Divirtam-se, Sherlocks!
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Mais fotos de quarta-feira (06/05/2009), no Bem dito, em São Francisco:
Vanessa, Su (a nova estagiária da Eletronuclear, meu bem!), eu e Camila.


Caipi Sakêêê ou Sakeirinha? Eis a questão...



Marcador: Momento feliz com as amigas! \o/



1 de mai. de 2009

Angra e Sepultura fazem turnê juntos na América Latina

Pela primeira vez na história, as duas bandas brasileiras de considerável peso no exterior fazem turnê juntas pela América Latina.

O show no Rio de Janeiro está previsto para 29 de maio, no Canecão.
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Quem for, me leva junto! hahah
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Ouvi boatos (e vi uma matéria não-sei-onde pelas bandas cibernéticas da internet) que o Depeche Mode vai dar as caras por aqui no segundo semestre desse ano.
Fico no aguardo de mais infos...*e dando pulinhos de alegria enquanto isso! \o/
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*Eu sei, eu sei! Sumida como sempre! *E estudando como sempre! hahah

31 de mar. de 2009

Destroy everything you touch


"Destroy everything you touch today

Destroy me this way

Anything that may desert you

So it cannot hurt you



You only have to look behind you

At who's undermined you

Destroy everything you touch today

Destroy me this way



Everything you touch you don't feel

Do not know what you steal

Shakes your hand

Takes your gun

Walks you out of the sun"

(...)

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É engraçado como muitas vezes deixamos de ser felizes por medo de tentar. Trancamo-nos num mundinho particular onde nada nem ninguém pode nos atingir, mas onde também não podemos experimentar para acertar – isso porque o erro sempre parece muito mais ameaçador do que verdadeiramente é, e isso banaliza qualquer recompensa por maior que ela seja.

Pensamos demais. Ponderamos demais. Desistimos demais.

Eu não sou diferente. Além do medo de tentar ainda sou uma vítima fácil da síndrome do “destruo tudo em que toco” (sim, me inspirei na música do Ladytron para batizar minha síndrome, dá licença?!-.-). O que quero dizer é que sempre acho que vai dar tudo errado; sempre tiro o corpo fora para não ficar me corroendo depois com a maldita frase “eu sabia que ia dar errado” ecoando na minha cabeça. Assim, como é de se esperar, acabo me privando de ser feliz por medo de destruir aquilo que por vezes se quer foi construído. E isso se aplica a todas as áreas da minha vida: família, carreira, amizade, amor...

Ultimamente ando me esforçando bastante. Mas vez em quando um ataque com vestes de tragédia-monólogo acaba me tomando. É quase inevitável porque ser pessimista meio que faz parte da minha personalidade. Contudo, já está de bom tamanho por enquanto essa minha auto-análise que me permitiu notar que andei fazendo as coisas errado e que por isso elas deram errado em sua grande maioria. É quase impossível continuar vivendo com esse medo de tocar, de sentir, de acreditar e de fazer parte da vida das pessoas. Pergunto: posso ficar orgulhosa de mim por ter percebido isso quando aparentemente não é tarde demais?
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Estar com “ele” é bom. É quase uma terapia para me livrar da síndrome do “I destroy everything I touch” porque eu sequer me lembro dela quando estamos juntos. Eu sei que a empreitada é meio que solitária e introspectiva, mas estar com alguém que me faz bem já ajuda bastante.

Quanto tempo esse “estar com ele” vai durar? Eu não sei. Como poderia? O negócio é pensar que ainda que acabe um dia, alguns momentos sempre valem a pena simplesmente por terem existido e sido vivenciados. * E vivenciados sem medo, viu, Dona Coração-blindado-por-pura-precaução.

(O quê? Hã? Sim, sou eu. Prazer! ¬¬’)
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*Posso estar orgulhosa de mim só pelo fato de estar realmente me esforçando?

*Ah sim, um grito de desabafo muito pertinente ao contexto: “Dane-se o passado! Dane-se o erro dos inseguros que preferem machucar terceiros por medo de serem machucados primeiro! Dane-se tudo o que já passou e não faz juz ao posto de “lembrança”!” – Pronto! Falei!

2 de mar. de 2009

Todo carnaval tem seu fim...


"Deixa eu brincar de ser feliz..."

Puxa vida! Daqui a pouco começa tudo de novo!
Bem que podiam me deixar brincar de ser feliz por mais um tempinho...

Vida ingrata!

28 de fev. de 2009

Carnavaaaaal!!!

Pois eh...Ando sumida daqui e isso passará a ser algo comum até que as benditas férias retornem.

O Carnaval (a festa do pecado, da carne, dos amigos, do álcool, das dancinhas maliciosas e daqueles que queimarão no mármore do inferno \o/, etc etc) foi o último suspiro do que eu conheço por “folga”. E foi uma folga beeem divertida! Eu estava tão animadinha para tudo que até eu mesma desconfiei de minha alegria...Como diz Camila: “Jessica animada é algo raroooo”... hahahaha...Até para praia eu fui! E nem tava de noite, viu?! Rs...Muito importante foi também o fato da galerinha querida estar sempre presente. É triste ficar semanas e mais semanas enterrada nos livros sem “aturar” esse povinho sem noção!


*Momento saudosismo*


Já que “uma imagem vale mais que mil palavras”, não vou perder meu tempo descrevendo os momentos aqui. Get your conclusions, baby! *Tá bom! Confesso que estou com preguiça de escrever! ¬¬’

Eu, Alan, a cerveja, Camila e Mussa. \o/

Karencita y yo de Minnie, Digão de chifrin e Mila barangoviski


Bloco da Gabriela: Eu com minhas piranhas (Vinicias, Jojoelma, Léozia e Rafaela)

Eu, as orelhas e o dedinho fazendo cócegas na minha barriguita de digimon

Vamos a la playa ôôô! \o/ *Reparem na dancinha do Renan


1 de fev. de 2009

Ângulos.

Flores também bailam (e procuram coisas numa prateleira alta).


Visto que as coisas andam difíceis no céu, ele resolveu tentar a vida como policial por aqui mesmo.

Memórias de uma gueixa que gosta de ler no trem.



Starlight.




"Pegue o pombo/ Pegue o pombo/ Pegue o pombo agooraa"



Path to death.

(Só para não ir presa ou morrer em uns trocados depois).



28 de jan. de 2009

The Right to dance.


Respirar outros ares é, de fato, necessário às vezes.

Fazia um tempo que eu não visitava a Nathy, minha amiga de não menos que 11 anos, e ter ido lá num fim de semana desses foi bom. Deixo aqui até uma promessa de dedicar um post às nossas “desventuras em série” da infância e adolescência que tivemos quase que em conjunto, mas o ponto hoje não é esse – até porque estou sem inspiração agora para isso (Rs).

Desejo sim é protestar por uma coisa que pode parecer pequena e até mesmo banal, mas que eu não posso deixar de mencionar - nem que seja de forma breve - aqui nesse espaço.

E minha profunda indignação (em formato de troféu abacaxi) vai para...TODOS os babacas que vão a boates à noite literalmente “caçar” recipientes para suas línguas! Será o benedito??? Três mocinhas não podem mais sair para dançar e espairecer sem serem importunadas pelo mesmo tipinho de sempre, munido com o mesmo discursinho de sempre? Affs...

“Sim, meu querido, estou aqui só para dançar, algum problema nisso?”

Eu hein...Gente patética! Precisam de outros para se sentir completos durante o mísero intervalo de uma noite! Pois sim!

Não é querer pagar de puritana não (looonge de mim! ***Tá certo! Mais alto: LOOOONGE DE MIM bancar a puritana nessa altura do campeonato. ***Melhorou?), o negócio é que o espanto de uma meia dúzia de seres diante de alguém que simplesmente não fazia parte do cardápio da noite acabou por me deixar indignada. Ora bolas! O que eu estava precisando era de extravasar, dançar, pular, beber umas e outras, estar na companhia de gente amiga e ouvir música alegre num local idem. Seria isso tão espantoso?

Acho que não.



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Espantoso é o fato de pessoas que em outras situações até seriam interessantes se tornarem tão patéticas em suas “caçadas”. Rs...Acho que estou ficando velha, isso sim!
¬¬’

**Senta e chora!

***A foto foi tirada numa DDK da vida, mas achei a imagem pertinente.
**** Ao som de "Dance, dance" nã nãnãnã nãnã (é do Fall out Boy essa música, né?!)